O perfil apresenta a imobiliária. O anúncio vende o imóvel. Montado a partir das respostas de vocês, para a gente discutir e fechar antes da inauguração.
O Farol e o Sonata também estão em outras imobiliárias. A Rever não promete exclusividade. Ela se diferencia pelo que escolhe oferecer e pelo crédito que consegue aprovar.
O Farol do Porto (R$ 350 mil, Navegantes) é para quem vai morar e precisa de financiamento. O Sonata (R$ 750 mil, Armação) é para o investidor. Cada um tem a sua mensagem e o seu formulário.
Correspondente bancário próprio e composição de renda. A concorrência pode ter o mesmo imóvel, mas nem sempre consegue aprovar o mesmo cliente. Dá para cumprir isso já em outubro.
Uma imobiliária nova precisa se apresentar, mas o anúncio pago não é o lugar para isso. Quem vê o anúncio quer saber se consegue comprar. Quem clica no perfil quer saber se a empresa existe e é séria. São duas perguntas, e cada canal responde uma.
Por que não fazer campanha de marca agora: com a verba do primeiro teste, ela compraria visualização, e visualização não vira cliente nem dá para conferir. O dinheiro vai para onde cada contato tem nome, telefone e origem.
O roteiro da Ana acerta numa coisa: uma marca nova precisa de um momento de chegada. A sugestão é contar essa chegada pelo lado de quem vai comprar. A Ana pode aparecer, como a pessoa que resolve o problema do cliente.
A história dos sócios: a chegada em Navegantes, o começo no mercado, o sonho de abrir a Rever.
A dor de quem quer comprar e não sabe se aprova, e a Rever chegando para resolver isso, com endereço e time.
"Quantas vezes você já ouviu 'sua renda não aprova'? A Rever chegou em Navegantes para resolver isso. Correspondente bancário próprio, composição de renda e os imóveis que valem a pena. Vem conhecer o nosso escritório."
A história dos sócios continua valendo para conversar com incorporadoras e para trazer corretores. O lugar dela é o LinkedIn e o orgânico, não o anúncio de venda.
Quando alguém clicar no anúncio e abrir o perfil, precisa encontrar uma empresa de verdade. Os três primeiros ficam fixados no topo.
O primeiro teste é no Farol do Porto. Ele conversa direto com o diferencial de crédito, fica em Navegantes e disputa o mesmo comprador da Tigrão, que é onde a Rever mais precisa mostrar diferença. O Sonata entra em seguida, quando soubermos de onde vem o investidor.
Primeiro teste: R$ 1 mil. O objetivo é testar esse caminho e a qualidade de quem chega, não vender ainda. Chegam poucos contatos, o suficiente para validar o processo, mas não para tirar conclusão de custo. Antes de ligar a verba, fazemos um contato de teste de ponta a ponta.
Pode vir depois da inauguração: de onde vem o investidor do Sonata · quando os corretores entram · o material das incorporadoras no DWV